edraw-mindmaster-horizontal
Tour do Produto
Galeria
Guia do Usuário
O que há de novo?
Download
Comece Agora
Para Windows Para Mac Para Linux Para Android Para ios

Mapa Mental sobre Segunda Guerra Mundial | Mindmaster

> Conhecimentos sobre História > Mapa Mental sobre Segunda Guerra Mundial | Mindmaster
foto do autor
Ana Sophia | 08/12/2021

A Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945) foi o conflito mais letal da História da Humanidade, envolvendo dezenas de nações e mudando para sempre o mundo.

A quantidade de informações é enorme e, portanto, a melhor maneira de estudar esse tema é organizando-as num mapa mental, desenvolvido com auxílio de Mindmaster.

Mapa Mental sobre Revolução Industrial Com Mindmaster

mapa mental sobre revolução francesa

Antecedentes da Segunda Guerra Mundial

Continuidade: A Segunda Guerra é frequentemente estudada por historiadores como uma continuação da Primeira Guerra (1914 – 1918). De fato, mantenham um intervalo de tempo entre si, o segundo conflito tem raízes nas decisões tomadas e nos fracassos cometidos depois do primeiro.

Revanchismo: A Alemanha foi a grande perdedora da Primeira Guerra: as nações oponentes lhe impuseram pesados termos de compensação e restrições no Tratado de Versalhes (1918). Assim, o pensamento político e militar alemão do período entreguerras se ocupou com ideias ultranacionalistas de retomada de territórios, riquezas e poder, especialmente da França.

Crise de 1929: O “crash” da Bolsa de Nova Iorque ocorrido em 1929 devastou a economia internacional, levando ao período conhecido como a Grande Depressão. A disseminação da miséria levou a sentimentos de insatisfação popular de modo geral.

Na década de 1930, o Estado passou a ter o papel de indutor dos projetos econômicos, gerando grandes obras estruturais, desenvolvimento de indústrias, contratações em massa, a organização laboral (sindicatos) e o Estado do bem-estar social.

Os governantes autoritários aproveitaram-se da nova centralidade do Estado para exercer influência na vida individual e dirigir as ações para seus fins.

Conflitos étnicos irresolvidos – Um dos desfechos da Primeira Guerra Mundial foi o consenso entre nações de que os povos tinham o direito à autodeterminação – ou o direito de soberania de cada nação, sem intervenções externas.

Porém, o fim da Primeira Guerra levou a uma partilha de territórios que deixava muitos grupos étnicos descontentes. Em alguns países, grupos étnicos diferentes dividiam espaço contra a vontade e isso levou a extremismos e ao nacionalismo exacerbado em muitos casos.

Coletivismo: As ideologias coletivistas modernas passaram a exercer influência sobre a maneira de pensar a política, a economia e a sociedade. A formação de grupos radicais sob essas ideias levou à disputa de poder organizada em coletivos militarizados e às ideias de militarização da sociedade, o que causou danos irreparáveis às dinâmicas da democracia de alguns países e até a guerras civis – como na Espanha, em 1936.

Fracasso da Liga das Nações: A Sociedade das Nações foi uma organização internacional criada para fazer a gestão pacífica de conflitos internacionais. Apesar de ter servido para resolver disputas de forma diplomática, esse fórum global perdeu gradualmente sua influência e passou a ser esvaziado já no fim dos anos 1920, conforme os imperialismos voltavam a se manifestar.

O processo Segunda Guerra Mundial

Para fins didáticos, podemos organizar a Segunda Guerra Mundial em três momentos. No entanto, antes disso, é necessário listar os países combatentes.

As partes em conflito

Os combatentes principais do conflito eram dois grupos de países:

Eixo – Alemanha, Itália e Japão

Aliados – França, Reino Unido, China e União Soviética. Posteriormente, os Estados Unidos cumpriram papel importante no conflito.

A guerra se deu a partir dos objetivos de conquista do Eixo: o Japão define dominar a região do Pacífico Asiático; a Itália, o Norte da África e a Grécia; a Alemanha, a Europa.

O conflito se espraiou não apenas pela Europa, mas também pela África, pela Ásia e pela Oceania. Também incorporou participação militar de países no continente americano, como o Brasil (1942).

Muitos outros países tomaram partido entre os Aliados e o Eixo. Além dos exércitos nacionais, grupos de milícias, com alinhamento ideológico à direita ou à esquerda, também aderiram para dar suporte a algum dos lados em conflito.

Primeiro momento: avanço do Eixo (1939 -41)

A Segunda Guerra foi uma guerra causada pelo desequilíbrio de poderes na Ásia e na Europa. Em ambos os continentes, dois países movidos por ideologias opostas mantinham uma política externa expansionista: Alemanha e União Soviética na Europa e China e Japão.

Porém, foi a ambição desmesurada da Alemanha nazista em obter novos territórios que levou à declaração de guerra. Nesse momento da guerra, a o Terceiro “Reich” (reinado) alemão era a principal força militar no mundo.

Invasão da Polônia, 1939 – A Alemanha anexou a Áustria e os Sudetos (região da antiga Iugoslávia) sem grandes reações de Reino Unido e França. Porém, o avanço alemão sobre a Polônia levou Reino Unido e França a declarar guerra a Hitler, pois ele havia prometido cessar a expansão territorial.

O ataque à Polônia somente foi possível graças a uma negociação prévia entre Alemanha e União Soviética: os países firmaram um acordo de não agressão, o Pacto Ribbentrop-Molotov. A União Soviética também avançou sobre parte da Polônia dias depois.

Invasão da Manchúria – Em 1937, o Japão invade e coloniza a região chinesa da Manchúria, rica em carvão e outras riquezas minerais. Os militares japoneses cometem crimes brutais contra a população local durante a ocupação, atraindo reação militar intensa da China – e dos Aliados, posteriormente.

Ocupação da França – Em maio de 1940, a Alemanha avança com tanques de guerra pela Holanda e Bélgica, conquistando ambas e, ao fim, o Norte da França também. O resto da França manteve uma resistência armada e uma rede de espionagem organizada, comandada de fora da França e em diálogo com os outros Aliados – sendo também subjugada em 1942.

Operação Barbarossa – Em junho de 1941, a Alemanha rompe o pacto de não agressão com a União Soviética, lançando uma ofensiva militar sobre os russos, nomeada “Operação Barbarossa”. A partir desse momento, a União Soviética passa a integrar o lado dos Aliados.

Segundo momento: equilíbrio de forças (1941 – 43)

Batalha da Bretanha e “blitzkrieg” – A bem-equipada força aérea alemã desenvolveu os ataques de guerra relâmpago ou blitzkrieg: eram ofensivas destruidoras de curta duração, geralmente feitas de madrugada. Os alemães lançaram bombardeios devastadores sobre o Reino Unido e puseram pressão em batalhas de aviões. A força aérea britânica, entretanto, conseguiu manter a soberania nacional.

Pearl Harbor – Os Estados Unidos entraram na guerra depois do ataque japonês à base naval norte-americana de Pearl Harbor, no Havaí, em dezembro de 1941. Assim, o império japonês almejava afirmar sua força no Pacífico, mas acabou motivando o fortalecimento do lado inimigo.

Conferências de guerra – Os líderes dos Aliados passam a se reunir em diversas ocasiões para articular operações de guerra e tomar decisões sobre as conquistas de guerra e remodelação política. As conferências vão até o final da guerra, culminando na criação da Organização das Nações Unidas.

Batalha de El Alamein – Em novembro de 1942, os Aliados vencem as forças do Eixo na campanha do Norte da África. A vitória leva à libertação do Sul da Itália e, posteriormente, de outros territórios ocupados no Mediterrâneo.

Terceiro momento: vitória Aliada (1943 – 45)

Batalha de Stalingrado – A batalha de Stalingrado opôs o Eixo e os Aliados no território russo entre agosto de 1942 e fevereiro de 1943. Essa batalha resultou em cerca de 2 milhões de mortos, entre combatentes e civis, e sinaliza a decadência militar alemã na Segunda Guerra.

Desembarque da Normandia – O “Dia D” (6 de junho de 1944) ficou conhecido historicamente como a data da contraofensiva dos Aliados para retomar a Europa Ocidental. O desembarque foi apenas o primeiro passo da Operação Overlord, que duraria até agosto e levaria à libertação da França.

Batalha de Berlim – O Exército Vermelho russo promove uma ofensiva de duas semanas, que oblitera as forças nazistas no coração da Alemanha. Em 8 de maio, os Aliados aceitam a rendição incondicional das forças armadas alemãs.

Batalha do Pacífico – Os Estados Unidos mantiveram uma série de importantes batalhas navais, por terra e aéreas com o Japão no Sudeste Asiático e no Oceano Pacífico. O lançamento das bombas atômicas pelos Estados Unidos marca a rendição japonesa e o fim da guerra.

A Questão Judia

Dentre as mais pavorosas barbáries da Segunda Guerra Mundial, o Holocausto se destaca. O assassinato sistemático de 6 milhões de judeus foi capitaneado pelo comando nazista, sendo posto em vigor a partir de 1942 na Alemanha e em outros países ocupados pelo Reich.

O antissemitismo era disseminado como ideia e como prática sob domínio nazista, incluindo peças propagandas desumanizando esse povo e políticas graduais de marginalização social e cerceamento de direitos civis.

A partir da invasão da Polônia pela Alemanha, o governo nazista passa a assassinar os judeus, primeiro por meio de grupos de extermínio e depois levando-os a câmaras de gás. Em 1942, A Conferência de Wannsee determina a “solução final”: estabelece 6 campos da morte, onde os judeus seriam concentrados e mortos em grupo, nas câmaras de gás. Outras minorias e grupos opositores aos nazistas também teriam o mesmo destino: ciganos, comunistas, socialistas, católicos, homossexuais e testemunhas de Jeová, por exemplo.

Parte dos carrascos e autoridades nazistas seriam julgados e condenados pelo genocídio e outros crimes contra a humanidade no Tribunal de Nürnberg, entre 1945 e 1946.

Era Atômica

Embora os norte-americanos tenham conseguido enorme vantagem sobre os japoneses nesses conflitos, a rendição nunca chegava – mesmo que a Alemanha e a Itália já tivessem desistido de lutar.

Em 1945, a força aérea dos Estados Unidos lançou duas bombas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki. O objetivo dos Aliados foi alcançado:

A bomba de urânio Little Boy, lançada sobre Hiroshima, foi a primeira utilização de uma arma de guerra inédita, que permitia grandes resultados militares com mobilização de poucos combatentes: o lançamento matou entre 70 e 80 mil pessoas, 30% da população de Hiroshima.

Era o começo da Era Atômica, em que as grandes potências militares mundiais passariam a desenvolver mísseis nucleares cada vez mais potentes como instrumento de ameaça e dissuasão militar contra seus inimigos.

Guerra Fria

Os Aliados uniram-se para enfrentar um inimigo maior, mas divergiam muito em suas ideias e objetivos. Com a guerra terminada, o Reino Unido e a França eram potências decadentes do lado vencedor, enquanto os Estados Unidos e a União Soviética se afirmavam como as grandes forças políticas e militares mundiais.

Por um lado, o fim da guerra trouxe a criação de uma nova organização internacional em 1946 para “substituir” a fracassada Liga das Nações: a Organização das Nações Unidas (ONU). A ONU seria um novo foro para discussão diplomática e solução pacífica de controvérsias.

Por outro lado, o mundo passava a se reagrupar sob áreas de influência dos Estados Unidos e da União Soviética. O Oeste capitalista e o Leste comunista eram inimigos muito bem-armados, que passaram a se enfrentar numa “guerra fria”: no lugar do conflito direto, as potências passaram a patrocinar grupos de combatentes que tivessem maior afinidade com seus interesses em outros países. A espionagem, a sabotagem e a corrupção de inimigos tornou-se praxe.

O conflito velado levou a novas alianças militares locais e a uma corrida de armas nucleares. Em pouco tempo, o arsenal se tornaria tão potente que os especialistas chegaram a projetar um cenário apocalíptico para o enfrentamento entre EUA e União Soviética: a destruição mútua assegurada de ambos os lados – e do resto do planeta.

Era o começo da Era Atômica, em que as grandes potências militares mundiais passariam a desenvolver mísseis nucleares cada vez mais potentes como instrumento de ameaça e dissuasão militar contra seus inimigos.

O Que é Mindmaster

Mindmaster é uma excelente ferramenta de mapeamento mental, bastante intuitiva e que pode te ajudar nos estudos. O programa desenvolvido pela Wondershare permite a criação de gráficos e diagramas que ajudam na memorização. Isso sem precisar fazer um curso ou ter conhecimento prévio específico.

mindmaster interface

Os recursos do Mindmaster

Como dissemos, é muito simples criar mapas mentais com o Mindmaster e sua lista de recursos é realmente impressionante:

  • Interface simples: Como dissemos, é muito simples criar mapas mentais com o Mindmaster e sua lista de recursos é realmente impressionante:
  • Acervo fenomenal: Um catálogo com temas e desenhos de mapas e diagramas para diversas finalidades está inteiramente à sua disposição com um objetivo: criar o melhor mapa mental!
  • Imagens em alta qualidade: Mindmaster conta com menus inteligentes e busca simples de mais de 700 imagens e formas, que servirão para criar os mais criativos mapas!
  • Arraste e solte: A dinâmica de arrastar e soltar objetos do menu direto na tela de trabalho vai agilizar a criação de mapas mentais como em nenhum outro programa do tipo!
  • Modo brainstorming: Se o seu objetivo é criar algo grandioso em grupo, o modo brainstorming vai organizar visualmente a colaboração de várias pessoas num criativo e poderoso mapa mental!
  • Gerenciamento de projetos: O modo Gantt do Mindmaster transforma o programa num planejador gráfico avançado para aumentar sua produtividade radicalmente!
  • Apresentação de slides: Além de permitir a criação facilitada, Mindmaster conta com um excelente modo de apresentação para abrilhantar suas exposições acadêmicas e palestras profissionais!
  • Mulltiplataforma: MindMaster é uma ferramenta versátil porque funciona em diversas plataformas, incluindo computador, celular e tablet, e com vários sistemas operacionais!
  • Exportação e compartilhamento: Mindmaster oferece diversas opções de formatos para exportação de arquivos e alternativas de compartilhamento – dê um fim aos problemas de compatibilidade e comunicação!

Requisitos de plataforma e sistema

Mindmaster é uma plataforma polivalente, podendo ser usada em computadores, celulares ou tablets. Há versões para Android (sistema operacional do Google) e iOS (sistema operacional da Apple).

O programa também está disponível na versão Web, para uso conectado à internet, sem necessidade de download.

Consideração Final

Um mapa mental pode ser a trilha que irá desvendar um assunto complexo para você. Visualizar esse mapa pode ajudar enormemente a memorizar um tema como a Segunda Guerra Mundial e todas suas nuances, batalhas e aspectos únicos. Confie no Mindmaster para resolver essa questão e ajudar na conquista de conhecimento.

Baixe Gratuitamente Modelos Online de Mapas Mentais Populares

Escolha à partir de uma ampla variedade de modelos de mapas mentais para negócios, educação e dicas de vida. Baixe qualquer um dos modelos para o seu uso pessoal.