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Mapa Mental sobre Revolução Industrial | Mindmaster

> Conhecimentos sobre História > Mapa Mental sobre Revolução Industrial | Mindmaster
Posted by Ana Sophia | 08/07/2020

A Revolução Industrial aconteceu na virada do século XVIII para o XIX e mudou para sempre não apenas a economia mundial, mas a política e as relações humanas de maneira geral.

A seguir, organizamos os principais tópicos de estudo para compreender a Revolução Industrial. Também organizamos tudo de maneira esquemática num mapa conceitual, com ajuda do Mindmaster.

Mapa Mental sobre Revolução Industrial Com Mindmaster

mapa mental sobre revolução francesa

Antecedentes da Ditadura Militar

A Revolução Industrial pode ser entendida de maneira mais simples se levarmos em conta como eram vários aspectos da vida anterior às inovações que ela trouxe e alguns dados contextuais relevantes:

Trabalho artesanal – A rotina de trabalho antes da Revolução Industrial podia ser agrícola, no meio rural, ou artesanal, no meio urbano. O processo produtivo dependia de ferramentas especializadas, mas não de máquinas com potencial de produzir itens em grande quantidade de consumo.

Imperialismo britânico – A Grã Bretanha era a principal potência imperial do mundo entre os séculos XVIII e XIX. Esse status significava ser a força comercial líder no planeta e controlar diversas rotas marítimas e o acesso a colônias com matérias-primas variadas, que tornar-se-iam cada vez mais valiosas para uso próprio na Revolução Industrial e para a venda a outras nações em processo de industrialização.

Iluminismo – O princípio iluminista do livre comércio não era unânime, mas mais presente que em outros países e facilitou o intercâmbio e a disseminação de novas tecnologias.

O “mercado de ideias” de John Stuart Mill também possibilitou a circulação do pensamento científico, que renderia frutos empíricos: as invenções tecnológicas revolucionárias.

Estabilidade militar e matérias-primas – Além da grande ascendência comercial internacional, a Grã Bretanha também foi pioneira nessa revolução por outros motivos. Os conflitos da Inglaterra com a Escócia estavam pacificados.

A Grã Bretanha também dispunha de ricas fontes de recursos naturais para abastecer as máquinas, incluindo carvão de alta qualidade e várias fontes de água.

Fenômeno restrito – A Revolução Industrial foi um processo técnico-científico originado no Reino Unido, tendo se espraiado para os Estados Unidos e para vários países europeus. Isso se deu em diferentes ritmos, entre o fim do século XVIII e o começo do século XIX, conforme as populações passavam a ter acesso às novas tecnologias e às matérias-primas necessárias.

Outros países americanos, africanos ou chineses passariam pelas inovações técnicas somente posteriormente.

Revolução agrícola – O agricultor Jethro Tull criou em 1701 a semeadeira mecânica, que, junto de outras máquinas campestres, aumentaram radicalmente a eficiência da produção agrícola. A semeadeira escavava três sulcos, despejava sementes e as cobria com solo.

Consequentemente, os trabalhadores camponeses das décadas seguintes conseguiam mais resultados empenhando menos trabalho e podiam se dedicar a outras atividades econômicas.

O processo da Revolução Industrial

A Revolução Industrial se distingue de grandes renovações políticas. Foi um processo de inovações técnicas, com inventores e criações difusas e consequências muito amplas.

Portanto, o processo da Revolução Industrial faz mais sentido de ser organizado em tópicos relevantes em vez de por acontecimentos cronológicos. Além disso, quando falamos de Revolução Industrial aqui, nos referimos principal ao Reino Unido, que foi o berço desse movimento transformador mundial. Estudamos suas causas e efeitos nesse contexto.

Início têxtil – Embora seja difícil definir um marco zero para a Revolução Industrial, é sabido que a indústria têxtil da Inglaterra foi o foco original das inovações. Uma sucessão de inventores criou inovações para o tear mecânico, tornando-o cada vez mais produtivo: a mula giratória de Samuel Crompton (uma espécie de roca) foi inventada entre 1775 e 1779 e é uma das mais bem-acabadas inovações nesse campo.

Com a capacidade de produzir cada vez mais tecidos empregando menos mão de obra, fabricantes passam a organizar grupos de teares em grandes fábricas, especialmente na cidade de Manchester. O resultado é a produção mais econômica e a venda de roupas de algodão por preço muito mais barato, gerando vendas em maior quantidade e maior lucro.

O lucro podia ser reinvestido em capacidade produtiva e gerar cada vez mais lucro. Esse processo, chamado método produtivo capitalista, seria incorporado em muitas outras indústrias que passavam a se mecanizar. As radicais produtividade e geração de lucros faria com que valesse a pena seguir essa lógica para a maioria das atividades econômicas nos próximos séculos.

Principais novas tecnologias

A história da Revolução Industrial é a história de grandes invenções se sucedendo como técnicas cada vez mais eficazes para gerar produtos em grande escala. Podemos sintetizar as mais impactantes tecnologias do período a seguir:

Mineração – A extração do carvão foi estimulada durante a Revolução Industrial: minerar era muito mais econômico do que cortar lenha e queimá-la até virar carvão. Associado aos motores de combustão, o carvão seria o principal combustível das máquinas da Revolução.

Aço – A forja do aço em quantidades industriais representa um salto de qualidade na produção humana. Ferramentas, motores e outros equipamentos de grande porte nunca poderiam ser fabricados sem a descoberta de métodos de trabalhar as ligas de aço em grandes quantidades.

Vários processos de metalurgia modernos foram implementados entre o século XVIII e XIX, aumentando a capacidade produtiva industrial.

Indústria química – A produção em grande escala de compostos químicos como o ácido sulfúrico e carbonato de sódio possibilitou melhoras na produção de produtos como vidros, metalurgia, sabonetes, roupas e papel.

Cimento – Joseph Aspdin revolucionou a construção civil com um processo químico patenteado para criar cimento a partir de argila e calcário, misturados posteriormente a água, areia e pedriscos para produzir concreto.

Iluminação a gás – O criador William Murdoch foi o responsável pela distribuição em larga escala de gases para iluminação – como aquela usada nos lampiões de gás. Essa técnica se baseava na purificação dos gases de caldeiras de carvão, sua estocagem e distribuição comercial.

Ferrovias – Perto do final da Revolução Industrial, populariza-se o transporte por trens na Inglaterra. Nos anos 1840, a difusão desse novo transporte revoluciona o abastecimento de produtos e a produção industrial – muito mais eficaz que a tração animal, por exemplo.

Vapor – Thomas Savery foi o precursor do uso comercial do motor a vapor, em 1698: uma bomba de vácuo e pressão de água. Mas foi o motor de vapor a pistão de Thomas Newcomen que se provou bastante útil a partir de 1712: a tecnologia seria central para mecanizar (e baratear) a extração de carvão da terra.

Mais tarde, o motor de pistão a vapor seria incorporado em muitas outras indústrias. A tecnologia do motor a vapor foi fundamental, por exemplo, para a evolução dos meios de transporte na Revolução Industrial. Grandes embarcações movidas a vapor aumentam a capacidade logística para insumos e bens, e também para transporte de pessoas.

Uma grande estrutura de canais e estradas passa a ser criada no Reino Unido para dar vazão à crescente presença de novos meios de transporte.

Algumas consequências relevantes

Urbanização – A chegada das novas tecnologias remodela completamente as cidades e a vida de seus habitantes. Isso se aplica desde o material e às técnicas de construção das casas até a estruturação das ruas.

As cidades passam a ser redesenhadas, com regiões dedicadas às plantas de grandes fábricas e outras destinadas à habitação em massa. A possibilidade de ganho salarial nas cidades industrializadas leva ao êxodo de camadas pobres urbanas e camponeses a essas cidades.

A urbanização se dá de maneira rápida e, em muitas regiões, sem as condições mínimas de moradia e higiene necessárias. O aumento populacional vertiginoso das cidades levará arquitetos e urbanistas a formular novas maneiras de pensar o planejamento das cidades nas décadas seguintes.

Comunicações e educação – Novas tecnologias de impressão e o barateamento do papel levaram à ampliação da produção dos livros e dos jornais. Um incremento na capacidade de acesso a esses materiais leva ao crescimento da alfabetização da população.

O aumento da população nas grandes cidades levou ao crescimento de demanda por informações, portanto à maior circulação dos jornais, que passam a cumprir um importante papel na vida em sociedade nos grandes centros urbanos.

Trabalho – A Primeira Revolução Industrial é um momento de mecanização generalizada dos antigos ofícios artesanais e do campo. Por um lado, isso traz produtos em quantidade e qualidade nunca sequer imaginados, empregando muitas pessoas em novas funções nas fábricas.

Por outro lado, subtrai empregos de milhares de pessoas, que não conseguem competir em produtividade com as novas máquinas. Além disso, homens, mulheres e crianças muitas vezes trabalhavam em condições precárias ou perigosas, durante longos períodos.

Portanto, as inovações técnicas e os problemas laborais levarão à organização de grandes sindicatos e movimentações de trabalhadores. O ludismo é uma dessas manifestações: empregados descontentes que passam a se revoltar contra as máquinas (literalmente), quebrando-as violentamente a partir de 1811.

Já os cartistas tiveram maior êxito como movimento organizado, por volta de 1840, reivindicando dos patrões uma carta básica de direitos dos trabalhadores. Os movimentos trabalhistas assumiriam diferentes vertentes, como o socialismo, o anarcossindicalismo e o comunismo nas décadas seguintes.

Dano ambiental – A emissão de vapores de ácido sulfúrico e carvão, a poluição das águas, a mineração e muitas outras ações da Revolução Industrial tiveram impactos inéditos sobre o meio ambiente.

De fato, a Revolução Industrial é tida como o marco zero na contagem de emissão de gases estufa, começada há poucos anos. Alguns impactos polutivos e extrativistas foram revertidos por políticas futuras, enquanto grande parte foi agravada.

Qualidade de vida – Existe muito debate sobre a evolução na qualidade de vida trazida pela Primeira Revolução Industrial. As mudanças de produtividade de trabalho foram radicais e os pagamentos de trabalhadores aumentaram a longo prazo durante o século XIX.

Por outro lado, as condições das grandes cidades eram péssimas para grande parte da população de renda mais baixa. Nesse contexto, o economista Thomas Malthus previu que a população cresceria mais intensamente do que a produção de alimentos, levando a morte de multidões por fome.

Embora, a fome tenha sido presente em grande parte do século XIX na Inglaterra, novos meios de transporte e técnicas agrícolas superariam a “armadilha” do crescimento prevista por Malthus.

Segunda Revolução Industrial – A Revolução Industrial termina por volta de 1850, dando lugar a uma nova onda de inovações tecnológicas, conhecida como a Segunda Revolução Industrial.

Nesse segundo momento, o eixo de pioneirismo do desenvolvimento se desloca do Reino Unido para Estados Unidos e Inglaterra e novas tecnologias são as responsáveis por alterar radicalmente os modos de vida da população global: eletricidade, máquinas movidas a petróleo e carvão, e processos mais eficientes de trabalho industrial com aço.

A aplicação de muitas dessas tecnologias altamente eficientes à indústria bélica é um dos motivos pelos quais a Primeira Guerra Mundial (1914 – 1918) se tornará o conflito mais mortífero da História até 1939.

O Que é Mindmaster

Mindmaster é uma ferramenta digital criada com o objetivo de facilitar a criação de mapas mentais e outros diagramas. A desenvolvedora por trás dessa bela solução tecnológica é a Wondershare, que combinou inovação a uma interface acessível a todos. Dessa maneira, temos hoje um programa de computador que traz ao alcance de todo tipo de usuário de computador a possibilidade de criar esquemas gráficos com qualidade profissional.

mindmaster interface

Os recursos do Mindmaster

Mindmaster simplifica muito a criação de mapas mentais, com destaques funcionais que merecem toda a sua atenção:

  • Interface simples: Menus intuitivos, bem-organizados e claros permitem ao usuário concluir tarefas sem entraves comuns a outros programas do gênero!
  • Acervo fenomenal: Uma vasta coleção de desenhos de mapas e diagramas, temas e esquemas vão servir às finalidades de usuários com perfis diferentes. Nunca foi tão fácil criar e personalizar um mapa mental!
  • Imagens em alta qualidade: Mais de 700 imagens e formas podem ser buscadas no banco de imagens de Mindmaster para uso criativo e funcional!
  • Arraste e solte: Arraste e solte objetos diretamente dos menus para a tela de trabalho para criar mapas mentais de maneira muito intuitiva!
  • Modo brainstorming: Colabore com outros colegas de trabalho em diagramas coletivos, a fim de alcançar resultados de grande porte, ilustrados e criativos!
  • Gerenciamento de projetos: O modo Gantt do Mindmaster converte o programa em planejador gráfico avançado para incrementar a qualidade de seus projetos!
  • Apresentação de slides: O modo de apresentação de Mindmaster visa a servir como um aliado valoroso para quem deseja fazer palestras e exposições acadêmicas!
  • Mulltiplataforma: A ferramenta MindMaster pode ser utilizada em celulares, tablets, computadores.... Escolha o sistema de preferência e comece a trabalhar!
  • Exportação e compartilhamento: Selecione a seu bel prazer os formatos para exportação de arquivos: Mindmaster serve a diversos propósitos e dá suporte para vários formatos de exportação e compartilhamento!

Requisitos de plataforma e sistema

Mindmaster é uma plataforma compatível com computadores, tablets e celulares. Além disso, pode ser instalada em máquinas funcionando sob diversos sistemas operacionais:

  • Windows – Versão V.7.3.1, disponível para Windows de versões Vista, 7, 8 e 10 (32 ou 64 bits).
  • Mac – Versão 7.2.1, disponível para sistemas Mac OS X 10.10 e superiores.
  • Linux – Versão 7.2, disponível para sistemas Debian, Ubuntu, Fedora, CentOS, OpenSUSE, Mint, Knoppix, RedHat, Gentoo e mais.
  • Android – Versão 1.2.0, disponível para versões Android 4.4 ou superior.
  • iPhone e iPad – Versão 2.1.0, disponível para iOS 11.0 ou posterior.

O programa também está disponível na versão Web, para uso conectado à internet, sem necessidade de download.

Consideração Final

Mapas mentais potentes exigem ferramentas de criação potentes. É justamente isso que oferece a plataforma Mindmaster. Aumente seu potencial produtivo de maneira simples e sem gastar muito. Mindmaster é o programa mais econômico para chegar aos melhores resultados possíveis para fins de estudo, comunicação e profissionais! Não deixe de conhecê-lo.

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