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Mapa Mental sobre Revolução Francesa | Mindmaster

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Ana Sophia | 08/12/2021

A Revolução Francesa (1789 – 1799) é tida como um dos grandes acontecimentos da Idade Moderna, juntamente da Revolução Industrial, da Revolução Americana e da Revolução Russa.

Esse período se caracteriza por disputas de poder de grupos políticos específicos que nem sempre são simples de entender. Nesse contexto, é muito importante para o aprendizado formular um resumo e um mapa mental, feito com Mindmaster.

Mapa Mental sobre Revolução Francesa Com Mindmaster

mapa mental sobre revolução francesa

Antecedentes da Revolução Francesa

Para contextualizar historicamente a Revolução Francesa, podemos listar alguns fatores antecedentes importantes:

  • Sociedade estamental – As hierarquias sociais eram muito bem-definidas entre três classes (também chamados Estados): em ordem decrescente, clero, nobreza, e servos e camponeses. A defesa da ideia de igualdade jurídica as mudanças econômicas colocaram esse esquema até então imutável em xeque.
  • Absolutismo – A organização política no século XVIII na Europa era de monarquias absolutistas, organizadas em torno da figura do rei. Na França, o monarca centralizava o poder, concentrando a autoridade hoje atribuída aos 3 Poderes. Sua autoridade era baseada na teoria do direito divino dos reis, que seria substituída por teorias laicas no decorrer da revolução.
  • Mercantilismo – A França pré-revolucionária era fundamentalmente feudal, com economia calculada na agricultura e trabalho altamente hierarquizado entre o dono da terra (nobre) e o camponês. O comércio entre nações era cheio de barreiras artificiais e a riqueza de uma nação era determinada pela quantidade de moeda em sua posse (metalismo). Novas ideias e dinâmicas econômicas levaram ao enriquecimento da burguesia e ao fortalecimento gradual de seus interesses contra os das outras classes.
  • Ideias iluministas – O motor filosófico da Revolução Francesa foram os ideais iluministas. Embora não fossem uniformes, os discursos da época passaram a questionar a autoridade régia e do clero, e a valorizar a experiência humana individual. As crenças na razão, liberdade e progresso chocaram-se definitivamente com o modelo absolutista. A valorização do livre-pensamento levou a atritos com a fé e a autoridade dos sacerdotes e da nobreza.

O processo de Revolução Francesa

Todas mudanças realmente grandes são difíceis de explicar em detalhes em suas causas e consequências. Com a Revolução Francesa não é diferente. Por isso, ela é dividida didaticamente em alguns períodos.

Crise dos Estados Gerais (1788 -1789)

O período de 1756 até 1789 foi de grande fome e miséria na França. Contribuíram para isso uma sequência de guerras e crises econômicas e financeiras. A solução encontrada pelo rei e seus conselheiros para reerguer o país foi criar impostos sobre as terras de clero e nobreza.

Os impostos foram recebidos como uma novidade injusta e geraram revolta. Portanto, para chegar a um consenso sobre reformas econômicas, o rei foi obrigado a convocar os Estados Gerais – uma assembleia de representantes das classes sociais, que não era convocada desde 1614 no país.

Era das Assembleias (1789 – 1792)

Na reunião dos 3 Estados, a classe social inferior dominou os debates, pois sensivelmente mais numerosa. Foi um momento de grandes mudanças, essencialmente o fim do feudalismo e o começo do Estado moderno francês.

A nobreza perdeu seus direitos feudais, ou seja a isenção fiscal e o monopólio sobre a terra. O clero também passou por uma mudança de paradigmas: os religiosos passaram a ser funcionários públicos e o corpo da Igreja teve seus bens confiscados. A Igreja francesa rompeu com o domínio do Vaticano.

Em 1791 foi aprovada uma nova Constituição, formalizando as mudanças: divisão do Estado em três poderes, eleição por voto censitário, igualdade jurídica e criação de uma Assembleia Legislativa Nacional.

Também foi publicada a Declaração universal dos direitos do Homem e do cidadão, que prevê igualdade jurídica entre todos – mas não igualdade social. A defesa da igualdade social seria defendida radicalmente no período seguinte, a Convenção Nacional.

Os Estados Gerais era uma reunião deliberativa, mas a força e a violência também foram amplamente usadas para aplicar mudanças. A Queda da Bastilha é um exemplo disso: a tomada da fortaleza real da Bastilha (uma prisão em Paris) em busca de armas é o episódio-marco da Revolução Francesa.

Convenção Nacional (1792 – 1794)

Essa segunda fase é caracterizada por radicalizações, remodelação da sociedade e violência. O rei Luís XVI foi destituído do poder em setembro 1792 e executado em janeiro de 1793 numa invenção bastante usada durante esse período – a guilhotina. Em 1792 também foi proclamada a República.

A máxima de Liberdade, Igualdade e Fraternidade passa a vigorar nessa fase. Mas não existe consenso sobre qual desses valores é mais urgente e o terceiro Estado se divide em três principais facções, que disputam o poder para decidir isso na prática:

  • Girondinos: integrados pela alta burguesia, eles querem a estabilidade após uma revolução política
  • Jacobinos: essa é a corrente mais dominante durante a Convenção. Seus membros são da baixa burguesia e querem revolução política e social
  • Sans-culottes: formado pelos trabalhadores urbanos de Paris, esse grupo dá prioridade à revolução social

Os jacobinos detêm o domínio da Convenção. As principais conquistas alcançadas são a criação do exército profissional e uma nova Constituição. O exército passa a ter um plano de cargos e salários, com promoções baseadas no mérito e alistamento obrigatório.

A Constituição de 1793 traz as novidades do voto universal, a reforma agrária (distribuição de terras), a abolição da escravidão em colônias francesas (como o Haiti), ensino público gratuito, pensões para viúvas e órfãos e o tabelamento de preços máximos para bens de comércio.

Apesar dos pontos positivos, esse é conhecido como o período do Terror Revolucionário: muitos opositores políticos dos governantes eram condenados à guilhotina. Estimam-se me 40 mil os executados, incluindo nobres, padres, girondinos e jacobinos.

Essa barbárie gera insatisfação popular. Somada a uma crise econômica, ela motiva uma conspiração – um golpe de Estado.

Diretório Nacional (1794 – 1799)

A fase do Diretório consolida as conquistas da Revolução e busca a estabilidade nacional. Sob o domínio político dos girondinos, cria-se uma nova Constituição e o exército nacional é radicalmente fortalecido.

A Constituição de 1795 reorganizou o poder Executivo num diretório de cinco pessoas e dividiu o Legislativo em duas câmaras para maior estabilidade política. Também “desfez” a reforma agrária e a abolição da escravidão. Mas essa mudança foi muito mais simples no papel do que na prática, pois gerou muita revolta popular.

A economia segue em má situação e tanto as classes populares quanto a nobreza passam a se levantar contra o governo, que passa a depender da força do exército para seguir atuando.

A imagem de fragilidade e corrupção do Diretório ante à população foi confirmada em 1799. Em 9 de novembro desse ano, o general Napoleão Bonaparte assume o controle do Legislativo e do exército por meio de um golpe e força os membros do diretório a abdicar. Era o fim da Revolução Francesa e o começo do Império napoleônico francês.

O Que é Mindmaster

O Mindmaster é uma ferramenta de criação de mapas mentais e diagramas em geral que ajudam a facilitar a compreensão de assuntos, organização de ideias e fluxo de pensamentos. Ele pode ser usado por estudantes, profissionais ou quem quer que esteja interessado em visualizar melhor uma série de conteúdos. A plataforma é muito fácil de usar e permite enorme detalhamento e personalização.

mindmaster interface

Os recursos do Mindmaster

Mindmaster é a maneira mais interessante de criar mapas mentais de maneira simples, e os seguintes atributos explicam por quê:

  • Interface simples: Menus intuitivos, bem-organizados e claros garantem que o usuário complete sua tarefa sem se perder durante o processo!
  • Acervo fenomenal: Um catálogo com temas e desenhos de mapas e diagramas para diversas finalidades está inteiramente à sua disposição com um objetivo: criar o melhor mapa mental!
  • Imagens em alta qualidade: Mindmaster conta com menus inteligentes e busca simples de mais de 700 imagens e formas, que servirão para criar os mais criativos mapas!
  • Arraste e solte: A dinâmica de arrastar e soltar objetos do menu direto na tela de trabalho vai agilizar a criação de mapas mentais como em nenhum outro programa do tipo!
  • Modo brainstorming: Se o seu objetivo é criar algo grandioso em grupo, o modo brainstorming vai organizar visualmente a colaboração de várias pessoas num criativo e poderoso mapa mental!
  • Gerenciamento de projetos: O modo Gantt do Mindmaster transforma o programa num planejador gráfico avançado para aumentar sua produtividade radicalmente!
  • Apresentação de slides: Além de permitir a criação facilitada, Mindmaster conta com um excelente modo de apresentação para abrilhantar suas exposições acadêmicas e palestras profissionais!
  • Mulltiplataforma: MindMaster é uma ferramenta versátil porque funciona em diversas plataformas, incluindo computador, celular e tablet, e com vários sistemas operacionais!
  • Exportação e compartilhamento: Mindmaster oferece diversas opções de formatos para exportação de arquivos e alternativas de compartilhamento – dê um fim aos problemas de compatibilidade e comunicação!

Requisitos de plataforma e sistema

Você pode usar o Mindmaster em todos os aparelhos e em uma grande série de sistemas operacionais, como:

  • Windows – Versão V.7.3.1, disponível para Windows de versões Vista, 7, 8 e 10 (32 ou 64 bits).
  • Mac – Versão 7.2.1, disponível para sistemas Mac OS X 10.10 e superiores.
  • Linux – Versão 7.2, disponível para sistemas Debian, Ubuntu, Fedora, CentOS, OpenSUSE, Mint, Knoppix, RedHat, Gentoo e mais.
  • Android – Versão 1.2.0, disponível para versões Android 4.4 ou superior.
  • iPhone e iPad – Versão 2.1.0, disponível para iOS 11.0 ou posterior.

O programa também está disponível na versão Web, para uso conectado à internet, sem necessidade de download.

Consideração Final

Um mapa mental pode ser uma chave que abre a porta do conhecimento sobre um assunto complicado. Por exemplo, neste texto abordamos a Revolução Francesa, um marco histórico que conta com múltiplos personagens, enredos e um legado enorme que pode ser difícil de absorver usando nossas ferramentas tradicionais. Com o Mindmaster é possível visualizar o assunto e entender melhor o que aconteceu. Teste e comprove!

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